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NUMA CORDA SÓ

A EXTRAORDINÁRIA APRESENTAÇÃO DE PAGANINI

Uma das mais belas apresentações de Paganini ocorreu de maneira notável. Antes de iniciar o concerto, um incidente inusitado surpreendeu a plateia. Enquanto afinava seu violino, uma das cordas se partiu, gerando apreensão entre os espectadores. 


No entanto, o virtuoso músico não se deixou abalar. Passou para a segunda corda, que também se rompeu, provocando sorrisos entre alguns assistentes. Em uma terceira tentativa, o mesmo ocorreu. Agora, restava ao grande artista apenas uma única corda. Foi nessa última corda que Paganini realizou sua apresentação extraordinária. Demonstrando uma destreza única, ele extraiu uma música maravilhosa, surpreendendo e encantando a plateia. 


Essa experiência singular ressoa como uma metáfora poderosa na vida. No contexto mais amplo, o episódio evoca a ideia de que, quando se possui a capacidade de um verdadeiro gênio, mesmo uma única corda é suficiente para criar algo notável. Deus, o grande gênio Criador, é comparado a um hábil violinista. Em suas mãos, podemos ser instrumentos musicais, mesmo que sejamos como violinos de uma só corda, ou até mesmo aparentemente sem corda. 


 Essa analogia sugere que, independentemente das circunstâncias, Deus tem o poder de nos fazer vibrar de maneira extraordinária. Assim como Paganini extraiu beleza musical de uma única corda, nas mãos de Deus, podemos encontrar a plenitude e a beleza da vida que Ele deseja comunicar. 


 E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. – 2 Coríntios 2.14

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JAMAIS SE APAGARÁ

A CORAGEM DE LATIMER E RIDLEY

Latimer e Ridley, destemidos defensores da Reforma da Igreja, enfrentaram um destino trágico ao serem condenados à morte. Amarrados às estacas, experimentaram as primeiras angústias das chamas que os envolviam, mas, apesar da dor, encontraram coragem na troca de palavras de apoio. 


 Em um momento crucial, Latimer exclamou, dirigindo-se a Ridley com fervor: “Estamos iniciando uma fogueira na Inglaterra que jamais se apagará“. 


 A coragem exibida por esses bravos combatentes ecoou através dos séculos, servindo como testemunho do fervor de suas convicções. Em meio à adversidade, Latimer e Ridley permaneceram firmes em sua determinação de desafiar as práticas da igreja vigente. Condenados à morte por suas crenças, enfrentaram as chamas com uma tenacidade que inspirou gerações posteriores. Durante o tormento das chamas, trocaram palavras de encorajamento, criando um laço indissolúvel de camaradagem em face da tragédia iminente.


 Com palavras como pontes sobre o abismo da aflição, encontraram força para suportar o indizível. Ridley, ao ouvir as palavras de Latimer, respondeu com a convicção compartilhada: “Nossa causa transcende este momento fugaz; nossa chama persistirá nas mentes e corações que virão”. Assim, mesmo diante da morte iminente, Latimer e Ridley moldaram o curso da história, deixando para trás um legado de resistência e convicção. 


Seu sacrifício não foi em vão, pois as chamas que acenderam naquele trágico episódio continuam a iluminar a compreensão da Reforma da Igreja e inspirar aqueles que buscam a verdade e a liberdade. .

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O COICE DO BURRO

CUIDADO COM OS ELOGIOS

Um mascateiro percorria vilas, aldeias e povoados vendendo ferramentas, produtos exóticos, chás milagrosos e outras curiosidades.


 Dentre os seus itens, o que ele mais gostava de exaltar era um produto preventivo para coice de burro, pois, imediatamente, despertava a curiosidade das pessoas. 


 – Você está cansado de levar coice de burro? Eu tenho a solução! Tratava-se apenas de um pacotinho de pano bem fechado, e ele dizia aos compradores: – Não abra a embalagem agora. Para funcionar, você só pode abrir perto do burro que vive coiceando você. 


 Muitos compraram o tal produto milagroso. 


Chegando em casa, rapidamente iam até o burro e abriam com muita curiosidade o embrulho, porém, para sua surpresa e decepção, encontravam dentro dele apenas três metros de barbante e a seguinte instrução: “Amarre uma ponta deste barbante perto de onde o burro está, com cuidado para não levar um coice. 


Estique o barbante e segure a outra ponta. Mantendo sempre esta distância, o burro nunca mais vai conseguir dar um coice em você.” 


 Ludibriados e raivosos, foram atrás do vendedor para pegar o dinheiro de volta, mas o espertalhão já havia sumido da praça. 


 Moral da História: 


 A grande lição dessa história é que maturidade não é aprender a suportar todos os “coices” da vida… é aprender a manter distância daquilo que continuamente nos machuca. O barbante do mascateiro parecia uma fraude, mas escondia uma verdade profunda: muitas dores poderiam ser evitadas se algumas pessoas aprendessem a estabelecer limites.


 Há gente sofrendo porque insiste em permanecer perto demais de: relacionamentos abusivos, amizades destrutivas, ambientes tóxicos, discussões inúteis, pessoas agressivas, situações que já demonstraram repetidamente seu perigo. 


 O problema não é apenas o “burro” dar coice. A questão é: por que continuar ao alcance dele? A vida ensina que nem tudo pode ser transformado imediatamente.


 Existem pessoas que não querem mudar. Existem comportamentos que continuarão ferindo. Existem ambientes que continuarão tóxicos. Nesses casos, sabedoria não é confrontar o coice; é discernir a distância segura. Muitos acreditam que maturidade espiritual é suportar tudo calado. Mas até Jesus, em alguns momentos, se retirava de ambientes hostis. 


Paulo se afastou de pessoas perigosas. Provérbios constantemente ensina prudência. Há sofrimentos que vêm da perseguição do evangelho. 


Mas há sofrimentos que vêm da falta de discernimento. Algumas pessoas apanham emocionalmente todos os dias porque nunca aprenderam a colocar limites saudáveis. O “barbante” da história simboliza prudência. Simboliza discernimento. Simboliza a capacidade de dizer: 


 “Até aqui.” 

 “Desse jeito não.” 

 “Não vou mais me expor desnecessariamente.” 


 Nem todo conflito deve ser enfrentado de perto.

 Nem toda provocação merece resposta. 

Nem toda convivência precisa continuar íntima. 


 A sabedoria bíblica não consiste apenas em ter um bom coração, mas também em saber onde pisar. Por isso, a moral dessa história poderia ser resumida assim: 

 “Há coices que não se evitam pela força, mas pela distância. Quem não aprende prudência acaba confundindo insistência com sabedoria.” Ou ainda: “Pessoas sábias aprendem que manter certa distância de alguns ‘burros’ da vida não é covardia — é proteção emocional, espiritual e até física.”

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