A MESMA BANDEIRA
CUIDADO PARA NÃO FERIR QUEM CARREGA A MESMA BANDEIRA
Muitos marinheiros morreram e muitos outros ficaram feridos, e os dois navios sofreram grandes danos.
Quando o amanhecer chegou, eles descobriram seu erro trágico quando viram a mesma bandeira flamulando nos dois navios. Então as equipes se cumprimentaram e choraram amargamente. Algumas vezes igrejas cristãs cometem o mesmo erro.
Essa ilustração é muito forte porque revela uma tragédia que vai além da guerra: destruir quem carrega a mesma bandeira.
Os dois navios tinham o mesmo uniforme, a mesma missão, a mesma pátria… mas, na escuridão, passaram a se enxergar como inimigos.
E o resultado foi dor, perdas e arrependimento.
É exatamente isso que acontece muitas vezes dentro do meio cristão.
Na “escuridão” do orgulho, da vaidade, da inveja ou das opiniões pessoais, irmãos começam a atacar irmãos. Igrejas atacam igrejas.
Cristãos ferem cristãos. Pessoas que deveriam lutar lado a lado contra o mal acabam gastando forças em guerras internas.
A Bíblia já alertava sobre isso:
“Se vocês se mordem e se devoram uns aos outros, cuidado para não se destruírem mutuamente.” — Gálatas 5:15
O mais triste é que, quando amanhece — quando vem a maturidade, a consciência ou até a eternidade — percebe-se que a bandeira era a mesma: Cristo.
Isso rende uma aplicação muito forte para reflexão:
“Antes de atacar alguém, olhe a bandeira que ele carrega. Talvez vocês não sejam inimigos… apenas soldados feridos lutando no mesmo mar.”
“Nem toda batalha vale a pena. Há guerras que apenas enfraquecem o próprio Reino.”